Deep Plane Facelift e Lifting Facial em Curitiba

Cirurgia Plástica da Face

O que é o Deep Plane Facelift?

O Deep Plane Facelift é considerado hoje a técnica mais avançada de lifting facial. Diferente do lifting convencional, que trabalha apenas na pele e no tecido superficial, o Deep Plane atua abaixo do SMAS — a camada muscular da face — reposicionando as estruturas profundas em seu lugar original, sem tracionar a pele.

O resultado é um rejuvenescimento que respeita a anatomia natural do rosto: a face média e os sulcos profundos (nasolabiais) são suavizados, mas a expressão permanece a sua, sem o efeito "esticado" associado a técnicas mais antigas.

A Dra. Ana Carolina Chociai é mestre em Cirurgia pela UFPR, com formação complementar nas Universidades de Miami e Columbia-NY, referência nacional em técnicas regenerativas e estruturais da face. A indicação do Deep Plane é feita após avaliação individual — a técnica é especialmente indicada para flacidez moderada a acentuada na região média da face e mandíbula.

Quanto tempo dura a recuperação? Os primeiros dias envolvem inchaço e equimoses (manchas arroxeadas), que reduzem progressivamente nas primeiras duas semanas. A maioria das pacientes retoma atividades sociais entre 2 e 3 semanas.

A anestesia é geral ou sedação, conforme avaliação. O procedimento é realizado em ambiente hospitalar, com toda a segurança necessária.

Precisão, naturalidade e respeito à sua identidade facial

A cirurgia plástica da face exige domínio técnico, sensibilidade estética e atenção às particularidades de cada paciente. Na Clínica Chociai, esses pilares se unem ao que há de mais avançado em planejamento e segurança para promover resultados sutis, harmônicos e duradouros.

A Dra. Ana Carolina Chociai, cirurgiã plástica com mais de 15 anos de experiência e mestre em Cirurgia pela UFPR, é especialista em técnicas estruturais e regenerativas, com foco em tratamentos que respeitam a anatomia facial e conduzem o envelhecimento de forma cuidadosa e individualizada.

Procedimentos realizados

Todos os procedimentos faciais são indicados após avaliação médica criteriosa e podem ser realizados em ambiente ambulatorial ou hospitalar, conforme o grau de complexidade e as características de cada paciente.

Lifting facial (ritidoplastia)

Cirurgia que reposiciona estruturas profundas da face e retira o excesso de pele, melhorando contorno, sustentação e flacidez:

  1. Deep Plane Facelift: técnica avançada que atua abaixo do SMAS, indicada para rejuvenescimento da face média e sulcos profundos com resultado natural.

  2. SMAS Facelift: reposiciona o sistema músculo-aponeurótico superficial, ideal para redefinir mandíbula e pescoço.

  3. Mini lifting: opção mais discreta e com recuperação rápida, voltada para sinais iniciais de flacidez.

  4. Lifting temporal: elevação da região lateral da testa e sobrancelhas, indicada para rejuvenescimento do olhar.

Blefaroplastia (cirurgia das pálpebras)

Remove o excesso de pele e bolsas de gordura das pálpebras superiores e inferiores, devolvendo leveza e vitalidade à expressão. Pode ser realizada com bisturi ou com laser Fotona, que oferece maior precisão e menor tempo de recuperação.

Lipoenxertia facial com gordura autóloga

Utiliza gordura purificada do próprio paciente para restaurar volume e melhorar a qualidade da pele. Técnicas como microfat e nanofat são aplicadas conforme a área tratada — desde contornos faciais até olheiras, cicatrizes e textura da pele.

Procedimentos com laser

O laser Fotona pode ser utilizado como tratamento complementar ou isolado para estimular colágeno, melhorar a firmeza da pele e promover uma recuperação mais eficiente após a cirurgia.

Cirurgia plástica da face em Curitiba Mudar o que o tempo deslocou.
Preservar o que identifica você.

Na consulta, identifico quais estruturas participam do que você percebe no espelho e mostro quais caminhos podem tratar essas mudanças, preservando sua beleza autêntica.

O botão abre o WhatsApp da equipe para informações sobre horários e consulta.

Dra. Ana Carolina Chociai em ambiente com obras clássicas e referência à proporção áurea
Endoscópico, aberto ou híbridoA via é escolhida conforme a anatomia e a extensão do tratamento.
Cirurgiã plástica e mestre em CirurgiaCRM-PR 27216 · RQE 18855 · Universidade Federal do Paraná.
Consulta médica com planejamento personalizadoAnatomia, prioridades e regiões envolvidas orientam a escolha da abordagem.

O que aparece no espelho

O que pode levar alguém a procurar uma cirurgia facial?

Nem sempre a queixa é “flacidez”. Às vezes é um olhar que parece cansado, um rosto que ficou mais pesado ou a perda de definição entre a face e o pescoço.

Ilustração esquemática de uma mulher com regiões dos olhos, terço médio da face e contorno mandibular e cervical destacadas
Ilustração esquemática para localizar percepções frequentes. A avaliação individual identifica quais estruturas participam de cada queixa.

A imagem não representa diagnóstico, indicação cirúrgica ou resultado.

01

Olhar cansado

A posição das sobrancelhas, o excesso de pele nas pálpebras, as bolsas e a transição entre pálpebra e bochecha podem participar dessa aparência.

02

Rosto mais pesado

A descida dos tecidos e a mudança na distribuição dos volumes podem alterar as maçãs do rosto, aprofundar sulcos e formar volumes ao lado do queixo.

03

Contorno menos definido

Mandíbula, papada, platisma, pele e estruturas profundas do pescoço podem contribuir de maneiras diferentes para a mesma percepção.

Na consulta, aquilo que incomoda no espelho é traduzido em anatomia antes de qualquer indicação.

Ilustração conceitual das camadas anatômicas consideradas no planejamento facial
Leitura conceitual das camadas da face.

Diagnóstico anatômico

Uma mesma queixa pode nascer em camadas diferentes.

O que se vê na superfície resulta da interação entre estruturas que mudam de formas diferentes. Identificar a origem ajuda a decidir se o tratamento precisa atuar sobre pele, volume, sustentação — ou se não há indicação cirúrgica.

01
Estrutura óssea

Suporte, projeção e relação entre órbitas, terço médio, mandíbula e mento.

02
Ligamentos e gordura

Pontos de sustentação, transições e distribuição dos volumes faciais.

03
Músculos e SMAS

Expressão, continuidade dos planos profundos e possibilidades de reposicionamento.

04
Pele

Espessura, elasticidade, textura, pigmentação e cicatrização.

Diferenciais da consulta

Análise facial com 3D e ultrassonografia

Além da escuta e do exame físico, a consulta pode incluir recursos de imagem que ajudam a compreender a anatomia facial com mais detalhes e a documentar o planejamento.

Imagem 3D da análise facial Registro tridimensional em preparação
Sistema francês de imagem tridimensional

QuantifiCare LifeViz® 3D

O registro padronizado reconstrói a face em 3D e permite realizar medidas lineares em milímetros, além de analisar ângulos, proporções, assimetrias e distribuição dos volumes. A tecnologia foi estudada quanto à precisão e à reprodutibilidade das medidas faciais e também pode integrar o acompanhamento ao longo do tempo.

Transdutor utilizado durante ultrassonografia facial
Imagem das camadas da face

Ultrassonografia facial

A ultrassonografia permite observar as camadas da face e identificar materiais previamente aplicados, quando presentes. Essas informações complementam o exame físico e podem influenciar a definição do planejamento cirúrgico.

Planejamento guiado pela anatomia

Preservar a expressão é tão importante quanto rejuvenescer.

Mais do que escolher o nome de uma técnica, o objetivo é construir um planejamento que considere anatomia, histórico, estilo de vida, prioridades e aquilo que cada pessoa deseja preservar.

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Endo Deep Plane

Como funciona o Endo Deep Plane

Na videoendoscopia, o endoscópio ilumina e amplia o campo cirúrgico. No Endo Deep Plane, essa visualização orienta o trabalho nos planos profundos da face.

Ilustração anatômica mostrando o acesso endoscópico pelo couro cabeludo e os planos profundos da face

Por acessos planejados no couro cabeludo, o cirurgião acompanha a dissecção com visão ampliada e reconhece as estruturas anatômicas relevantes.

A liberação seletiva dos ligamentos retentores permite mobilizar os tecidos profundos e reposicioná-los conforme a anatomia de cada região, sem depender apenas da tração da pele.

01

Visualizar o plano

02

Liberar pontos de retenção

03

Reposicionar os tecidos profundos

Base científica: Fırat M. Endoscopic Deep Plane Facelift: A Classified Approach. Aesthetic Surgery Journal. 2025;45(10):989–1001. doi:10.1093/asj/sjaf110.

Possibilidades de acesso

Deep Plane aberto, Endo Deep Plane e abordagem híbrida

A escolha varia conforme as regiões envolvidas, a mobilidade e o peso dos tecidos, o excesso de pele e a necessidade de tratamento do pescoço.

01

Deep Plane aberto

Pode integrar um tratamento mais amplo da face, da linha mandibular e do pescoço quando o exame mostra maior extensão de flacidez ou excesso de pele.

03

Abordagem híbrida

Pode combinar o Endo Deep Plane nos terços superior e médio com a via aberta no terço inferior e no pescoço, quando essas regiões apresentam maior peso dos tecidos, excesso de pele ou necessidade de tratamento mais amplo.

“Aprendi que dizer ‘esse não é o seu momento para um Deep Plane’ é tão parte do meu trabalho quanto operar.”
Dra. Ana Carolina Chociai · decisão clínica

Cirurgia plástica da face e do pescoço

Cirurgias da face e do pescoço

Cirurgia facial não é o nome de uma única operação. O planejamento pode se concentrar em uma região ou combinar procedimentos quando áreas diferentes participam da mesma queixa.

Olhar e testa
Blefaroplastia e lifting de sobrancelhas (brow lift).

A blefaroplastia trata as pálpebras e as bolsas de gordura; o lifting de sobrancelhas atua nas regiões frontal e temporal. Essas estruturas são examinadas separadamente na consulta.

Terço médio
Lifting do terço médio (midface lift).

Atua sobre a região malar e a transição entre pálpebra e bochecha quando essa é a origem da queixa.

Face e mandíbula
Lifting facial (facelift ou ritidoplastia).

São nomes usados para cirurgias de reposicionamento dos tecidos faciais. Quando o planejamento também inclui o pescoço, pode-se utilizar o termo lifting cervicofacial.

Pescoço
Lifting cervical.

Trata alterações da linha mandibular e do pescoço. A platismoplastia é o tratamento do músculo platisma e pode integrar a cirurgia cervical quando indicada.

Proporção e volume
Procedimentos complementares: lip lift e lipoenxertia facial.

Tratam objetivos diferentes: relação do lábio superior e reposição seletiva de volume. Não substituem o lifting quando a queixa é a descida dos tecidos.

Pescoço e submento

Deep Neck: tratamento das estruturas profundas do pescoço

Comparação entre a aparência externa do pescoço e a anatomia profunda da região submentoniana
A transparência permite relacionar o volume do pescoço às estruturas profundas da região submentoniana. A indicação depende do exame médico.

Papada, volume abaixo do queixo e perda de definição entre a mandíbula e o pescoço nem sempre vêm apenas da pele ou da gordura superficial.

Em alguns pacientes, estruturas localizadas abaixo do platisma também participam do contorno. Quando o exame confirma essa participação, o planejamento pode incluir um tratamento cirúrgico seletivo da anatomia profunda.

01
Face e pescoço são planos diferentes

O Endo Deep Plane descreve uma abordagem videoendoscópica nos planos profundos da face. O Deep Neck trata componentes profundos do pescoço. Podem fazer parte do mesmo planejamento, mas não são sinônimos.

02
A extensão é seletiva

O exame mostra se a perda de definição vem da pele, da gordura superficial, do platisma ou de estruturas mais profundas. Somente o que participa da queixa entra no planejamento.

03
Pode integrar uma abordagem híbrida

Quando o terço inferior e o pescoço precisam de tratamento aberto mais amplo, o Deep Neck pode ser associado ao Endo Deep Plane dos terços superior e médio, se houver indicação.

Nem todo lifting cervical precisa de Deep Neck. A indicação depende da anatomia identificada no exame.

Extensão do tratamento

A face é dividida para estudar. O planejamento precisa reuni-la.

O tratamento pode se concentrar no terço superior, avançar para a região malar e o terço inferior ou incluir o pescoço. A extensão é definida pelo exame físico, não por uma classificação fixa.

Quatro exemplos de extensão do tratamento facial, do terço superior à face e ao pescoço
Mona Lisa com sobreposição da espiral áurea como referência cultural à proporção

Proporção e identidade

O rosto não é uma fórmula.

Referências de proporção ajudam a observar relações entre as partes, mas não definem um padrão único de beleza. O planejamento considera conjunto, expressão e identidade — inclusive aquilo que a pessoa deseja preservar.

Equipe médica durante procedimento em centro cirúrgico
As cirurgias são realizadas em estrutura compatível com o porte do procedimento, conforme o planejamento, a anestesia e as condições clínicas.

Do primeiro encontro ao pós-operatório

Consulta médica, cirurgia e acompanhamento

A consulta reúne o que incomoda, o exame das camadas da face, as condições clínicas e o que pode ou não ser alcançado com segurança.

01

Consulta médica

História, mudanças percebidas no espelho, exame físico e prioridades. Fotografias padronizadas, avaliação tridimensional e ultrassonografia facial podem integrar a análise quando pertinentes.

02

Planejamento

Regiões, acessos, extensão, associações, cicatrizes, riscos, limites e recuperação são discutidos de acordo com a proposta cirúrgica.

03

Cirurgia

O local, a equipe, a anestesia e o regime de internação são definidos conforme o procedimento e as condições clínicas.

04

Recuperação e acompanhamento

Edema, equimoses e alterações transitórias podem ocorrer. O ritmo de retorno às atividades varia e é acompanhado ao longo do pós-operatório.

Retrato profissional da Dra. Ana Carolina Chociai

A médica

Dra. Ana Carolina Chociai

Cirurgia facial com olhar anatômico, decisão clínica criteriosa e acompanhamento próximo.

Sua prática reúne formação cirúrgica, estudo contínuo da anatomia facial e planejamento que considera identidade, proporções e passagem do tempo. A técnica é uma ferramenta a serviço do diagnóstico.

Cirurgiã plásticaCRM-PR 27216 · RQE 18855
Mestre em CirurgiaUniversidade Federal do Paraná
Atuação em cirurgia da facePlanejamento aberto, endoscópico e híbrido
Curitiba · ParanáAtendimento mediante consulta médica
Conhecer o trabalho da Dra. Ana Carolina

Informação antes da decisão

Cicatrizes, riscos e recuperação

Nenhuma técnica elimina riscos ou torna a recuperação igual para todas as pessoas. Uma indicação responsável inclui conversar sobre cicatrizes, possíveis desconfortos, limites, tempo de recuperação e riscos específicos do plano proposto.

Cicatrizes

Posição e extensão dependem do acesso planejado. A evolução cicatricial varia conforme a biologia individual, os cuidados e o tempo.

Recuperação

Edema, equimoses, sensação de repuxamento, alterações de sensibilidade e assimetrias transitórias podem fazer parte da recuperação.

Riscos

Hematoma, seroma, infecção, alterações cicatriciais, assimetrias e alterações temporárias ou persistentes da sensibilidade ou do movimento facial estão entre os riscos discutidos na consulta e no termo de consentimento.

Tratamento profundo do pescoço

Quando o planejamento inclui estruturas profundas do pescoço, os riscos específicos dessa região também são discutidos de acordo com o procedimento proposto e registrados no consentimento informado.

Variação individual

Resultado, duração, cicatrização e tempo de retorno dependem da anatomia, do procedimento, das condições clínicas e da resposta de cada organismo.

Antes da consulta

Perguntas frequentes

Cirurgia plástica da face, facelift e ritidoplastia são a mesma coisa?

Cirurgia plástica da face reúne procedimentos diferentes. Facelift e ritidoplastia são nomes usados para o lifting facial. Deep Plane descreve o trabalho em planos profundos; Endo Deep Plane associa esse trabalho à visão endoscópica.

Endo Deep Plane é indicado apenas para pessoas jovens?

A idade isolada não define a indicação. Mobilidade e peso dos tecidos, excesso de pele, regiões envolvidas, pescoço, histórico cirúrgico, condições clínicas e objetivos têm maior peso na escolha.

O acesso endoscópico dispensa incisões?

Não. O acesso endoscópico utiliza incisões cirúrgicas planejadas, frequentemente posicionadas no couro cabeludo. Quando o terço inferior e o pescoço exigem tratamento mais amplo, outras incisões podem ser necessárias.

Quando uma abordagem híbrida pode ser considerada?

Quando os terços superior e médio podem ser tratados por Endo Deep Plane, mas o terço inferior ou o pescoço apresentam maior peso tecidual, excesso de pele ou necessidade de abordagem aberta mais ampla.

Qual é a diferença entre lifting cervical e Deep Neck?

Lifting cervical é um termo mais amplo e pode envolver pele, gordura e platisma. Deep Neck é um possível componente do planejamento quando estruturas abaixo do platisma participam do contorno. Nem todo lifting cervical precisa dessa abordagem.

Deep Plane substitui laser ou lipoenxertia?

Não. O reposicionamento, a reposição de volume e o tratamento da pele têm objetivos distintos. Podem ser associados quando houver indicação, mas um recurso não substitui automaticamente o outro.

É possível prever exatamente o resultado?

A consulta permite discutir possibilidades e limites com base no exame, mas não oferecer uma previsão exata. Cicatrização, edema e resposta dos tecidos variam entre pessoas.

Referências científicas selecionadas

  1. Fırat M. Endoscopic Deep Plane Facelift: A Classified Approach. Aesthetic Surgery Journal. 2025;45(10):989–1001. doi:10.1093/asj/sjaf110.
  2. Hashem AM, Couto RA, Duraes EFR, et al. Facelift Part I: History, Anatomy, and Clinical Assessment. Aesthetic Surgery Journal. 2020;40(1):1–18. doi:10.1093/asj/sjy326.
  3. Marten T, Elyassnia D. Deep Neck Lift: Defining Anatomical Problems and Choosing Appropriate Treatment Strategies. Facial Plastic Surgery. 2022;38(6):630–649. doi:10.1055/s-0042-1757729.
  4. Ceinos R, Tardivo D, Bertrand MF, Lupi-Pegurier L. Inter- and Intra-Operator Reliability of Facial and Dental Measurements Using 3D-Stereophotogrammetry. Journal of Esthetic and Restorative Dentistry. 2016;28(3):178–189. doi:10.1111/jerd.12194.
  5. Almadori A, Speiser S, Ashby I, et al. Portable Three-Dimensional Imaging to Monitor Small Volume Enhancement in Face, Vulva, and Hand: A Comparative Study. Journal of Plastic, Reconstructive & Aesthetic Surgery. 2022;75(9):3574–3585. doi:10.1016/j.bjps.2022.04.042.

Conteúdo médico por Dra. Ana Carolina Chociai · revisado em setembro de 2026.

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Seu planejamento começa na consulta

A consulta relaciona o que você percebe no espelho à anatomia facial e ajuda a compreender quais possibilidades fazem sentido — inclusive quando ainda não é o momento de operar.

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Avaliação com tecnologia e exames de imagem

A consulta médica envolve uma análise profunda da anatomia facial com o uso de diagnóstico em 3D, que auxilia o cirurgião a mapear proporções, volumes e áreas de flacidez com precisão.

Além disso, realizamos exames de ultrassonografia da face, que permitem visualizar estruturas profundas, camadas da pele, gordura e músculos — fundamentais para indicar a técnica mais segura e eficaz para cada paciente

Abordagem responsável, técnica e individualizada

Mais do que realizar uma cirurgia estética, nosso objetivo é planejar um percurso de cuidado personalizado. Cada decisão técnica é pensada com base na anatomia, no estilo de vida e nos desejos de cada pessoa, sempre com a clareza de que preservar a expressão é tão importante quanto rejuvenescer.

Com tecnologia avançada, diagnóstico preciso e experiência cirúrgica, oferecemos uma abordagem que valoriza a sua trajetória e sua autenticidade.

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