Grupo ChociaiCirurgia Plástica

Blefaroplastia · Blefarolaser · Eyelift · Brow lift

A pálpebra não envelhece sozinha.

Antes de definir a técnica, é preciso compreender a arquitetura do olhar: supercílio, margem palpebral, bolsas, sulco lacrimal, canto lateral, órbita e transição com o terço médio.

A técnica vem depois do diagnóstico.

Agendar consulta médica
Dra. Ana Carolina Chociai · Médica CRM-PR 27216Cirurgia Plástica · RQE 18855 · Curitiba/PR
Região periocular de mulher madura em retrato editorial, com pele natural, pálpebras e supercílios visíveis
O olhar é uma arquiteturaSupercílio · pálpebras · órbita · terço médio
Colagem editorial com detalhes dos olhares de quatro retratos renascentistas
Diferentes olhares, diferentes anatomias. Fragmentos de Dama com Arminho, Mona Lisa, A Velha e O Nascimento de Vênus — obras em domínio público.

01 · Reconhecer a queixa

A queixa costuma aparecer antes do diagnóstico.

01

Aparência de cansaço

O olhar parece cansado mesmo quando o corpo está descansado.

02

Peso na pálpebra superior

A pele encobre parte do sulco, pesa na região lateral ou dificulta a maquiagem.

03

Bolsas e sulcos inferiores

O relevo abaixo dos olhos permanece visível mesmo depois de uma boa noite de sono.

Queixas parecidas podem ter causas diferentes. A avaliação identifica o que produz cada percepção — e o que, de fato, pode ser tratado.

02 · O exame que orienta a escolha

Nem toda sensação de peso começa na pálpebra.

Uma mesma queixa pode começar na pele, na margem palpebral, na posição do supercílio, no suporte inferior ou na superfície ocular. O exame localiza o que realmente participa da mudança.

Close clínico mostrando pele e sulco palpebral superior
01

Pele e sulco superior

Excesso cutâneo, espessura, elasticidade e exposição do sulco palpebral.

Close clínico mostrando a relação entre supercílio e pálpebra
02

Supercílio

Posição, mobilidade e participação da cauda no peso lateral sobre a pálpebra.

Close clínico mostrando a margem palpebral
03

Margem palpebral

Dermatocalase e ptose da margem podem coexistir, mas não são o mesmo diagnóstico.

Close clínico da pálpebra inferior com bolsas e sulco lacrimal
04

Bolsas e sulco lacrimal

Volume, depressões, transição pálpebra-bochecha e relação com o terço médio.

Exame clínico do tônus e suporte da pálpebra inferior
05

Tônus e suporte inferior

Posição da pálpebra, canto lateral, vetor orbital e capacidade de sustentação.

Macrofotografia clínica da superfície ocular
06

Superfície ocular

Sintomas de olho seco, uso de lentes, cirurgias oculares e condições prévias.

Diagnóstico diferencial

Excesso de pele, queda do supercílio e queda da margem palpebral podem produzir uma aparência parecida — mas não são a mesma alteração.

O que é dermatocalase?

É o excesso e a frouxidão da pele da pálpebra. Essa pele pode formar uma dobra sobre o sulco mesmo quando a margem dos cílios permanece em posição normal.

O que é ptose palpebral?

É a descida da própria margem da pálpebra superior porque seu mecanismo elevador não a mantém na altura esperada.

E a ptose do supercílio?

É a descida do supercílio, especialmente de sua cauda, acrescentando peso sobre a região lateral da pálpebra.

03 · Blefaroplastia superior e inferior

Pálpebra superior e inferior exigem decisões diferentes.

A blefaroplastia não é definida por uma quantidade fixa de pele ou gordura. O plano nasce da avaliação individual de cada estrutura.

Superior

Tratar a dermatocalase sem esvaziar o olhar.

O desenho considera sulco, exposição pretarsal, gordura, posição do supercílio e altura da margem, preservando tecido suficiente para o fechamento.

  • Dermatocalase e qualidade cutânea
  • Sulco e exposição pretarsal
  • Compartimentos de gordura
  • Supercílio e ptose palpebral
Representação educativa da anatomia das pálpebras superior e inferior
Representação educativa da anatomia superior e inferior. O tratamento de cada estrutura depende do exame individual.
Inferior

Tratar as bolsas preservando suporte e continuidade.

Sulco lacrimal, tônus, canto lateral, vetor orbital e transição com a bochecha orientam a preservação ou o reposicionamento de volume.

  • Bolsas e compartimentos de gordura
  • Sulco lacrimal
  • Tônus e canto lateral
  • Pele e superfície ocular

04 · Supercílio e pálpebra superior

O supercílio pode mudar a leitura da pálpebra.

O supercílio é avaliado em repouso e com a musculatura frontal relaxada. A descida de sua cauda pode aumentar a dobra lateral e intensificar a dermatocalase.

Durante o exame

O reposicionamento manual ajuda a observar quanto do peso lateral vem da pálpebra e quanto participa da posição do supercílio.

Comparação diagnóstica da posição do supercílio
Relação preservadaA cauda mantém suporte lateral sem acrescentar peso relevante.
Descida da caudaO supercílio participa da dobra lateral e acentua a sensação de peso.

Brow lift direto

Acesso próximo ao supercílio, considerado conforme posição, mobilidade, pele e cicatriz prevista.

Brow lift endoscópico

Acesso pelo couro cabeludo, avaliado conforme fronte, implantação capilar e objetivo anatômico.

05 · Cirurgia convencional, Blefarolaser e Fotona Eyelift

A indicação vem antes da escolha dos instrumentos.

Blefarolaser e Fotona Eyelift utilizam a central de lasers Fotona, mas possuem objetivos, aplicações e indicações diferentes.

Blefaroplastia convencional

Instrumentos cirúrgicos

Bisturi, tesouras, eletrocirurgia e outros recursos podem ser usados conforme a etapa planejada.

Cirurgia associada ao laser

Blefarolaser

O laser pode participar da incisão, do controle do sangramento e do tratamento cutâneo em casos selecionados.

Tratamento não cirúrgico

Fotona Eyelift

Atua em tecidos íntegros, sem incisão, podendo ser considerado para alterações iniciais e estratégias de manutenção.

Blefarolaser e Fotona Eyelift utilizam a mesma central de lasers, mas não são o mesmo tratamento.

O Eyelift não remove excesso relevante de pele nem trata bolsas volumosas, ptose ou alterações estruturais que exigem cirurgia.

Conhecer a abordagem científica

06 · Como é a cirurgia

Clareza antes do procedimento reduz dúvidas e organiza expectativas.

Local, anestesia, duração, associações e necessidade de acompanhante são definidos depois da avaliação clínica.

Marcação pré-operatória da pálpebra superior
Planejamento pré-operatório

O desenho considera sulco, simetrias, fechamento palpebral e estruturas associadas.

01

Avaliação e documentação

Histórico ocular e clínico, fotografias, simetrias e estruturas envolvidas são registrados.

02

Desenho cirúrgico

As marcações consideram sulco, margem palpebral, supercílio e suporte inferior.

03

Anestesia e procedimento

A cirurgia pode ser realizada com anestesia local e, quando indicado, sedação.

04

Alta e acompanhamento

Orientações, revisões e retorno às atividades são definidos individualmente.

Segurança quando o laser é utilizado

Proteção ocular faz parte do procedimento desde o início.

Paciente e equipe utilizam proteção ocular específica, compatível com a etapa e o comprimento de onda empregado.

07 · Recuperação

A recuperação acontece em etapas — e não em uma data única.

Cirurgia superior, inferior, associações e resposta individual modificam a evolução.

Composição editorial com itens de cuidado durante a recuperação
Cuidados individualizados

Proteção, higiene, lubrificação e controle do edema seguem a prescrição.

Primeiros 1–3 dias

Proteção e controle do edema

Edema, equimoses, sensibilidade, irritação ou ressecamento ocular podem ocorrer.

Primeira semana

Revisão da cicatrização

A retirada dos pontos, quando houver, depende da avaliação da cicatrização.

Segunda semana

Retorno progressivo

Retorno social, trabalho, maquiagem e lentes dependem da evolução.

Primeiro mês

Reintegração das atividades

Exercícios e exposição solar são retomados conforme liberação médica.

Meses seguintes

Maturação dos tecidos

Cicatrizes, sensibilidade e acomodação dos tecidos continuam evoluindo.

Riscos e limitações

Informação também significa falar sobre o que pode não evoluir como esperado.

A consulta e o consentimento esclarecem riscos gerais e específicos do plano proposto.

  • Edema, equimoses e alterações temporárias de sensibilidade
  • Ressecamento ou irritação ocular
  • Sangramento, infecção e alterações de cicatrização
  • Assimetria ou dificuldade de fechamento palpebral
  • Alteração da posição da pálpebra inferior
  • Possibilidade de tratamento complementar ou revisão

Seu histórico ocular e clínico muda a forma como riscos e recuperação são avaliados.

Agendar consulta médica

Registro educativo autorizado

Uma jornada de tratamento, do planejamento ao acompanhamento.

O vídeo apresenta a experiência individual de uma paciente submetida à blefaroplastia associada a laser. Não representa promessa de resultado.

Imagens publicadas com autorização, em contexto educativo. Indicação e evolução variam entre pacientes.
Abrir o vídeo no Instagram
Dra. Ana Carolina Chociai, cirurgiã plástica

Quem vai cuidar de você

Dra. Ana Carolina Chociai

Cirurgiã Plástica · CRM-PR 27216 · RQE 18855

Médica cirurgiã plástica e Mestre em Cirurgia pela UFPR, a Dra. Ana Carolina Chociai é referência nacional em técnicas regenerativas com gordura autóloga. Sua dissertação de mestrado foi dedicada ao estudo do potencial bioestimulador da gordura, base científica que sustenta tratamentos como o nanofat grafting, realizados há mais de uma década em sua clínica.

Com 15 anos de experiência, é pioneira no Brasil na aplicação de tecnologias combinadas de laser e gordura, com foco em estética natural, rejuvenescimento funcional e longevidade saudável. É a idealizadora dos protocolos médicos Fotona Eyelift e Fotona EndoTight.

É membro especialista e membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, com formações complementares nas Universidades de Miami e Columbia-NY. Atua como palestrante internacional, consultora científica da Laser and Health Academy e colaboradora no desenvolvimento e validação de tecnologias médicas.

Na Clínica Chociai, lidera uma equipe multidisciplinar comprometida com a excelência técnica e o cuidado individualizado, unindo ciência, estética e respeito à singularidade de cada paciente.

Mestre em Cirurgia · UFPRMembro especialista e titular · SBCPConsultora científica · LA&HAFormação complementar · Miami e Columbia-NY
Agendar consulta médica
Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba
Curitiba · ParanáPara pacientes de outras cidades e do exteriorMuseu Oscar Niemeyer · Curitiba

08 · Planejamento antes da viagem

Parte da organização pode começar antes de chegar a Curitiba.

Quando clinicamente adequado, a consulta on-line permite compreender o histórico, orientar exames e organizar a viagem. O exame presencial confirma a indicação.

Consulta inicial on-lineOrganização de exames e viagemAvaliação presencialCirurgia com acompanhantePermanência e revisões individualizadas

O tempo recomendado na cidade depende da cirurgia, das associações e da evolução.

Conhecer a jornada para pacientes de fora

09 · Dúvidas frequentes

Antes de decidir

Respostas objetivas ajudam a organizar a consulta, mas não substituem o exame individual.

Como costuma ser a recuperação?+

Edema, equimoses, irritação, ressecamento ocular e sensibilidade podem fazer parte da fase inicial. A evolução depende do procedimento e da resposta individual.

Onde ficam as cicatrizes?+

Na pálpebra superior, a incisão costuma acompanhar o sulco natural. Na inferior, o acesso pode ser externo ou transconjuntival.

Convencional ou Blefarolaser?+

A escolha considera anatomia, procedimento previsto, condições clínicas e os instrumentos adequados para cada etapa.

Qual anestesia é utilizada?+

Pode ser realizada com anestesia local e, quando indicado, sedação. A definição ocorre após avaliação.

Existe idade certa para operar?+

Não. A decisão considera queixa, anatomia, condições oculares, saúde geral e expectativas.

Quanto tempo dura o resultado?+

A cirurgia trata alterações presentes, mas o envelhecimento continua. Não existe duração idêntica para todas as pessoas.

Quando o brow lift pode acompanhar?+

Quando a posição ou a mobilidade do supercílio participa do peso sobre a pálpebra.

O Eyelift substitui a cirurgia?+

Não quando existe excesso relevante de pele, bolsas volumosas, ptose ou alteração estrutural.

Quem mora fora pode iniciar à distância?+

Quando adequado, a consulta on-line pode organizar histórico, exames e viagem. A indicação definitiva depende do exame presencial.

Blefaroplastia em Curitiba

O primeiro passo é compreender o que realmente participa da sua queixa.

A consulta avalia pálpebras, supercílios, margem palpebral, superfície ocular, órbita e suporte do terço médio.

Agendar consulta para avaliaçãoConteúdo informativo. Indicação, resultados, cicatrização e recuperação apresentam variação individual.